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There and Back Again

Faz tanto tempo que não atualizo o Palavras ao Léo que me permito utilizar como título o nome de um filme que ainda não foi lançado, mas traduz o sentimento da situação. A última crônica aqui publicada data de 24 de outubro de 2011, exatos 87 dias sem uma sílaba nova sequer. Mas como havia prevenido a todos, o blog não foi abandonado. Uma hora eu voltaria a escrever. Demorou. Alguns nem sentiram falta. Outros pediram textos novos no Facebook, no twitter e até na vida offline (isso tá ficando raro) e eis que hoje finalmente atendo o vosso pedido.

Precisei desse hiato porque não consigo ficar parado.

Explico: Por não parar quieto, invento mil e uma coisas para fazer e assumo certas responsabilidades com esses compromissos. O próprio blog era um compromisso semanal. Depois de algum tempo, fui percebendo que fazer tanta coisa ao mesmo tempo não estava me fazendo bem. Estava cansando e acabava perdendo o prazer de fazê-las.

Eu amo escrever, tanto que trabalho com isso. Poder dizer o que penso e o que analiso por aí através das minhas crônicas é algo que acho sensacional e senti muita falta durante esse período sabático. Mas também gosto de fazer as outras coisas que pude dar atenção enquanto não estava escrevendo.

Uma coisa não anula outra.

Podemos fundamentar essa situação citando, como exemplo, as amizades. Digamos que eu tenha dois amigos. Um mora na mesma cidade que eu e o outro em uma cidade diferente. O fato de o outro morar longe não significa a nossa separação. Não é porque estou longe que deixei de gostar dele, assim como não é porque fui ao seu encontro que abandonei o que morava perto.

A grande jogada é encontrar o equilíbrio na amizade. Visite o que mora longe, mas não deixe de valorizar o que mora perto. Saia com o que mora perto, mas não esqueça de ligar eventualmente para o que mora longe. Reencontrar amigos que você não vê há tempos é como voltar a escrever depois de quase três meses. É gratificante. É reenergizante.

Escreverei com mais frequência, a partir de hoje, mas não deixarei de lado minhas outras atividades, pois não quero perder o que aprendi a aproveitar. É com esse equilíbrio que me sinto mais completo e é com esse equilíbrio que valorizo o que é importante pra mim, tal como uma visita de um dia para a formatura de uma amiga e a volta pra casa na sequência para a formatura de outra amiga. Equilibrei pra não perder nenhuma. Equilibrei para ganhar as duas.

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Buena Vida Delivery

Na crônica de hoje falarei sobre algo que se tornou imprescindível pra mim: a tele-entrega.

São vários os motivos que me fazem pedir comida ao invés de colocar a mão na massa e cozinhar alguma refeição decente, mas os rumos que a minha vida tomou me fazem optar pela facilidade e agilidade dos motoboys dessa cidade.

Comecemos pelo fato de que eu normalmente peço comida quando estou sozinho e, você há de convir que, cozinhar para apenas uma pessoa é extremamente sem graça. Eu sei e gosto de cozinhar, misturar temperos e descobrir combinações, mas fazer tudo e ter que comer sozinho, sem nem ao menos uma alma pra dizer que ficou bom, ou que precisava de mais sal, é frustrante.

Outra coisa que influencia muito é que a cozinha do meu apartamento é bem pequena e quase não há espaço para guardar comida, com exceção da geladeira e uma pequena bancada onde deveria estar um forno de micro-ondas. Portanto, não posso fazer um rancho no supermercado e estocar pacotes de massa, verduras, legumes, carnes e temperos. Se eu quero cozinhar, preciso comprar as coisas no dia e, às vezes, não disponho desse tempo.

 O ponto que acredito que você vai concordar comigo é em relação às louças. Cozinhar suja muita louça, sejam pratos, talheres ou as temíveis panelas. Se eu encomendo um xis, um pastel, pizza ou até mesmo comida chinesa, não é de extrema necessidade o uso de pratos. Comer com as mãos é uma coisa que as mães ensinam que é errado, mas, com certeza, é muito melhor.

Talvez seja apenas preguiça, talvez seja amor ao junk food, o fato é que a tele-entrega se tornou mais do que uma opção de refeição e passou a fazer parte do meu cardápio semanal. Eu gosto e não me incomodo de ter que pagar uma taxa extra pela comodidade. Agora, com licença que o interfone tocou e deve ser o cachorro quente prensado que eu pedi. Até semana que vem.

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Fué fué fué fuééééé

Caríssimo leitor,

 

O post de hoje vai demorar a sair. Será postado, mais precisamente, entre às 18h30 e 19h30, pois este que te escreve não salvou a crônica nos rascunhos do blog e o texto ficou salvo em casa.

 

Sinceras desculpas,

 

Léo

 

P.S.: Se você não entendeu o título deste post, clique aqui!

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Contratempo

Olá, caro leitor.

Peço desculpas pelo transtorno, mas devido à minha burrice, o texto de hoje só será postado à noite.

Tive um probleminha com a Internet na minha casa e, por total falta de capacidade para pensar, esqueci de salvar o texto num pendrive.

 

Assim que postar, como de praxe, bombardearei o twitter para anunciar.

 

Grato pela compreensão,

 

Léo

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Nasce o filho

Bom dia, caríssimo leitor

É com imensa alegria que apresento-lhe o Palavras ao Léo. Um blog dedicado às minhas crônicas e observações sobre o que acontece e o que eu preferiria que acontecesse.

A estrutura destes textos é bem diferente da que vocês conhecem nos Textículos (que tá com novo layout e será atualizado), mas ainda tem a minha cara.

Toda semana você poderá deliciar-se (ou não) com uma nova crônica neste blog, que será atualizado toda segunda-feira.

Boa leitura!

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Palavras ao Léo

Vontade de escrever eu tenho. Lugar pra isso, também.

Segunda-feira eu começo.

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