O dia em que a Terra parou

Nunca gostei muito de ficar parado. Não no sentido de ser hiperativo, mas por não gostar de ficar sem nada para fazer. O ócio é bom e necessário para recarregar o corpo e a mente, mas seu excesso é que me enche o saco.

Além de trabalhar como redator, sou o responsável pela composição, gravação, produção e edição de uma produtora de vídeo que ajudei a fundar e, agora que estamos conseguindo mais trabalhos, a dedicação e a vontade de fazer aumentam, junto às responsabilidades.

Mesmo já sendo bastante coisa, resolvi voltar a estudar, para ampliar minhas áreas de atuação, mas sempre me mantendo relacionado com o que já faço. No próximo semestre pretendo começar o curso de jornalismo.

Com tanta coisa nova acontecendo, precisei reavaliar minhas prioridades e tomar algumas atitudes que são dolorosas, mas necessárias até eu não mais me sentir obrigado a fazer o que deveria ser natural. Por isso, as crônicas aqui publicadas deixarão de ser semanais, não assumindo a quinzena, ou mês. Postarei quando uma ideia surgir, e acredite, elas não demoram muito, apenas não me obrigarei a tê-las na madrugada de domingo.

Até breve.

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2 Comentários

Arquivado em Crônicas

2 Respostas para “O dia em que a Terra parou

  1. A literatura brasileira perde com isso… e minhas segundas serão mais chatas =/

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